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Falácias dos Slogans Pró-aborto 20 - Aborto e maus tratos |
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"Eu defendo o aborto porque estou farto(a) de ver crianças abandonadas, maltratadas, a viver na miséria mais absoluta, na droga e na prostituição. Se todas as crianças fossem planejadas e desejadas, nada disto aconteceria e as próprias crianças seriam muito mais felizes." Sobre isso, diga-se o seguinte: Infanticídio Legitimidade e Conveniência Questões Práticas Alguns Estudos
2. O Professor Edward Lenoski estudou 674 casos de
crianças maltratadas que tiveram de receber tratamento hospitalar.
Para sua própria surpresa descobriu que 91% das crianças
tinham sido planeadas e desejadas. Em média, nos EUA, só
63% das crianças são planeadas e desejadas. As mães
começaram a usar roupa de grávida, em média, no dia
114, enquanto que a média nacional é 171; finalmente, 24%
dos pais colocaram ao filho o seu nome enquanto a média nacional
é de 4%. 3. "Depois da legalização do aborto
nos EUA, enquanto a taxa de homicídios aumentou 39%, a taxa de
infanticídios (crianças de um até quatro anos) aumentou
73%." 4. "Desde que há aborto a pedido, o numero
de crianças sujeitas a maus tratos tem aumentado continuamente"
5. "Os defensores do aborto a pedido argumentam
dizendo que todas as crianças devem ser desejadas -every child
a wanted child-. Contudo, há razões para crer que o aborto
a pedido não só não resolveu o problema das crianças
indesejadas, negligenciadas ou maltratadas, como piorou o problema." 6. Na cidade de Aberdeen, na seqüência
de uma bizarria jurídica, o aborto foi legalizado 12 anos antes
de ocorrer a legalização em todo o Reino Unido. Portanto,
a cidade de Aberdeen deveria ter a menor taxa de crianças não
desejadas e conseqüentemente a taxa mais baixa de maus tratos. Curiosamente,
Aberdeen tinha, no Reino Unido, a mais alta taxa de crianças abandonadas,
maltratadas e negligenciadas. 7. No Japão existe aborto a pedido há
mais de 35 anos. Seria de supor que todas as crianças fossem desejadas
e bem tratadas. Contudo, "o numero de infanticídios tem aumentado
tanto que as assistentes sociais tiveram que fazer um apelo às
mães japonesas, na televisão e nos jornais, para que não
matassem os seus filhos." 8. "Mais de um milhão de crianças,
em 48 Estados, foram vitimas de maus tratos e de negligência em
1994. Isto representou um aumento de 27% em quatro anos." 9. "As crianças deficientes ou retardadas
não são mais vítimas de maus tratos que as crianças
normais". 10. "A esmagadora maioria das gravidezes não
planeadas originam crianças desejadas". 11. Parece que não restam duvidas: a legalização
do aborto leva ao abuso, aos maus tratos e à negligencia das crianças,
pelo que, para acabar com todos estes horrores é preciso acabar
com o horror supremo, o abuso máximo, o extremo mau trato: o aborto!
12. A escravatura foi sempre muito polêmica.
Depois de discussões infindáveis chegou-se à conclusão
que tudo se resumia nesta questão: o que é que distingue
um preto de um branco para que o primeiro possa ser escravizado e o segundo
não? Ninguém conseguiu responder a esta pergunta e isso
bastaria para a escravatura não ter base lógica. Nos EUA,
o problema foi resolvido por uma votação do Supremo Tribunal
de Justiça: por 7 votos contra 2 ficou estabelecido que os pretos
não eram pessoas e por isso podiam ser escravizados. O resultado
é conhecido: uma Guerra Civil e duas emendas à Constituição. 13.O aborto foi sempre muito polêmico. Depois
de discussões infindáveis chegou-se à conclusão
que tudo se resume nesta questão: o que distingue um bebê
por nascer do bebê nascido para que o primeiro possa ser torturado
e morto e o segundo não? Ninguém conseguiu responder a esta
pergunta e isso basta para que o aborto não tenha base lógica.
Nos EUA, o problema foi resolvido por uma votação do Supremo
Tribunal de Justiça: por, uma vez mais, 7 votos contra 2, ficou
estabelecido que o bebê antes de nascer não é pessoa
e por isso pode ser morto. Convinha que os defensores do aborto fossem
razoáveis. Se defendiam o aborto para acabar com os maus tratos,
devem ter a honestidade de combater o aborto quando se prova que este
leva aos maus tratos! 14. Se não se consegue distinguir o bebê
não nascido daquele que já nasceu, não há
base lógica para, simultaneamente, defender o aborto e rejeitar
o infanticídio. Assim, ou se rejeita a teoria do aborto para prevenir
a miséria, ou matam-se as crianças miseráveis e defende-se
o massacre da Candelária. 15.Não é muito mais justo defender a morte daqueles que já são miseráveis e mal tratados, do que defender a morte daqueles que poderão eventualmente vir a ser miseráveis e mal tratados? |
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