Portal da Família
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Falácias dos Slogans Pró-aborto 1 - Ninguém aborta por prazer |
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Outro slogan vulgar é este: Sobre isto diga-se o seguinte: 1. Se uma mulher se torna infanticida é porque
não vê alternativa e quem somos nós para julgar a
sua situação particular?" Se este discurso falha para
o infanticídio e funciona no aborto, é porque os seres que
se matam são distintos. Quem conseguir exibir essa diferença,
converterá todos os defensores do direito à vida. Mas terá
também de converter os defensores do aborto, posto que entre estes
não há acordo sobre as razões que tornam o aborto
aceitável e o infanticídio inaceitável. 2. O fato de um assassino matar por prazer, torna
o crime ainda mais abjeto. Daqui não decorre que o assassinar com
pena, ou com sofrimento, ou com repugnância, é aceitável.
Um crime tem agravantes e atenuantes mas nem por isso deixa de ser crime.
As razões que levam uma mulher a abortar podem atenuar em muito
- acaso completamente - a sua culpa; contudo, isso não altera o
fato do aborto matar um ser humano inocente e indefeso. Mais: só
se mata esse ser humano porque ele está indefeso. É que
se os bebês viessem equipados com tesouras e aspiradores, prontos
para trucidar o abortador, este nem se aproximaria! Logo, a legalização
do aborto não é uma questão de razão mas de
força: o mais forte impõe a sua vontade ao mais fraco. 3. Não é verdade que a decisão de abortar seja sempre (ou na maioria dos casos) uma agonia lenta e dolorosa. Muitas mulheres vêem-se de repente numa situação tremenda e o aborto é visto como "the easy way out". Tal como a pessoa que atropela, e num impulso, levada pelo pânico, carrega no acelerador e foge. Na altura sente alívio: só depois vem o pior. Além do mais, na maioria dos casos a pessoa só caiu na situação tremenda, que a leva ao aborto, porque a sua repugnância pelo aborto estava muito erodida. Uma pessoa absolutamente certa de que nunca abortaria não arrisca colocar-se numa situação em que terá de considerar seriamente o aborto. Marilyn Buckham, diretora de uma clínica de
abortos, disse o seguinte: William Robinson, um abortador inglês, disse: Sallie Tisdale, enfermeira numa clínica de
abortos, disse o seguinte: 4. Além do mais já se fizeram abortos,
literalmente, por desporto. Descobriu-se que as capacidades físicas
de uma grávida aumentam de forma apreciável durante a gravidez.
Por isso, muitos países, tanto do Leste como do Oeste, permitiam
que as suas atletas engravidassem com o único propósito
de abortar pouco antes das provas. Nos centros de controle de doping do
Comitê Olímpico Internacional começou a estranhar-se
a quantidade de atletas que tinham estado grávidas pouco tempo
antes das provas; depois da queda do muro de Berlim tudo ficou esclarecido
com as revelações de atletas da RDA. 5. A questão fundamental não é
saber se abortar é um crime muito penoso: a questão está
em saber se abortar é crime. E, depois, há também
que saber se a mulher que pensa abortar está prevenida da dor,
agonia, e sentimento de culpa que o aborto lhe vai provocar. 6. Ainda que tudo isto estivesse errado, o slogan
acima permite defender qualquer aborto (e a muitos outros crimes), pelo
que não se compreende que a lei só permita o aborto até
às dez semanas. Afinal, abortar um bebê de cinco ou sete
ou nove meses, não é uma decisão difícil e
penosa? |
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